No primeiro episódio do Conversa de Bastidor, batemos um papo com Lethícia Thiemy, fisioterapeuta do MIBR, sobre a saúde física de profissionais nos esports. Durante o programa, ela compartilhou sobre o início da carreira, as principais atribuições e dicas da profissão no cenário de games.
Origem e aprendizados da fisioterapia nos e-sports
Com a bagagem adquirida na faculdade, a fisioterapeuta acreditava que iria lidar com a proximidade das telas ao rosto dos jogadores, devido ao tempo que passam na frente das mesmas. Mas a função vai muito além disso e é realizada junto a outros profissionais da saúde; segundo a entrevistada, a rotina da equipe é decidida entre nutricionista, treinador, psicólogo e fisioterapeuta.
Além disso, Lethícia também realizava atendimentos individuais, por eventuais dores dos jogadores, e em grupo, com alongamentos que previnem lesões: “Fazíamos aquecimento próximo do treino deles, todos juntos e o máximo de vezes possível”, comentou. A profissional também esclareceu o motivo da rotina: “Se eles só começam a jogar, sem os exercícios, há uma maior propensão a lesão”.
Lethícia cita outra preocupação entre os fisioterapeutas: a fadiga muscular, que dificilmente é citada pelos pros. “Mesmo que esteja doendo, em qualquer tipo de esporte, ele vai continuar jogando, entendeu? Vai querer dar o seu máximo”, explica também que o resultado do desgaste recai sobre ela, algo que poderia ser tratado no início da fadiga.
“Se pudermos evitar, é bom. Porque sabemos que, mesmo que não haja dor, que seja só um incômodo, já diminui a performance deles”, diz. Ela explica que os jogadores precisam de muita precisão e rapidez na função.
Assista ao Episódio 1 do Conversa de Bastidor
Na entrevista, Lethícia também expande outros assuntos, como o processo seletivo para a entrada no MIBR, as atribuições de sua função para a organização e pesquisa na fisioterapia. Se interessou? Assista ao episódio completo do Conversa de Bastidor clicando aqui.
